Segundo a consultoria Frost & Sullivan, mercado local de segurança da informação deve crescer 17% este ano e atingir faturamento de US$ 460 milhões em 2016
Por Lucas Callegari, da Computerworld
O mercado brasileiro de segurança da informação deve alcançar receita de 244,4 milhões de dólares este ano, crescimento de 17% sobre os 209,5 milhões de dólares de 2010, segundo dados de um estudo elaborado pela Frost & Sullivan, que foram apresentados na Futurecom pelo analista sênior da consultoria, Fernando Belfort.
O Brasil é o maior mercado da América Latina, com participação superior a 60%. A Frost & Sullivan espera que o mercado brasileiro de segurança totalize 458,6 milhões de dólares em 2016, com crescimento médio anual de 14%. “Poucos mercados no mundo crescem como o brasileiro. Tenho conversado com empresas globais de segurança e, atualmente, para eles, o Brasil é prioridade. O mercado de segurança da informação daqui impressiona até quem acompanha outros mercados emergentes, como Rússia, Índia e China.”
A análise da consultoria divide o mercado de segurança da e informação em dois segmentos: segurança de rede e serviços de segurança gerenciada. Em 2016, os serviços de segurança gerenciada terão participação de 51% sobre total, ante 47% apresentados em 2010.
“O mercado brasileiro tem algumas especificidades, como, por exemplo, forte demanda por criptografia de dados. Também há procura importante por segurança móvel, impulsionada pelo uso de smarthphones e por DLP (data loss prevention). Entre os soluções de segurança mais comuns no mercado brasileiro estão os serviços de firewall, de VPN, autenticação e gestão de antívirus”, disse.
O analista da Frost & Sullivan declarou que os principais impulsionadores do setor de segurança da informação em todo o mundo são as regulamentações e a crescente complexidade dos ataques. “O Brasil ainda está numa fase bastante incipiente em relação à regulamentação. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe regulações fortes e complexas por vertical. Isto deve ajudar o setor a crescer, e já vemos algumas iniciativas interessantes nesse sentido, como no setor financeiro. Há aumento crescente também da complexidade e da inteligência das ameaças. Hoje, tem ataques a smartphones e a tablets”, informou o analista. Ele lembrou ainda que o Brasil tem uma das maiores comunidades de hackers do mundo.
Por Lucas Callegari, da Computerworld
O mercado brasileiro de segurança da informação deve alcançar receita de 244,4 milhões de dólares este ano, crescimento de 17% sobre os 209,5 milhões de dólares de 2010, segundo dados de um estudo elaborado pela Frost & Sullivan, que foram apresentados na Futurecom pelo analista sênior da consultoria, Fernando Belfort.
O Brasil é o maior mercado da América Latina, com participação superior a 60%. A Frost & Sullivan espera que o mercado brasileiro de segurança totalize 458,6 milhões de dólares em 2016, com crescimento médio anual de 14%. “Poucos mercados no mundo crescem como o brasileiro. Tenho conversado com empresas globais de segurança e, atualmente, para eles, o Brasil é prioridade. O mercado de segurança da informação daqui impressiona até quem acompanha outros mercados emergentes, como Rússia, Índia e China.”
A análise da consultoria divide o mercado de segurança da e informação em dois segmentos: segurança de rede e serviços de segurança gerenciada. Em 2016, os serviços de segurança gerenciada terão participação de 51% sobre total, ante 47% apresentados em 2010.
“O mercado brasileiro tem algumas especificidades, como, por exemplo, forte demanda por criptografia de dados. Também há procura importante por segurança móvel, impulsionada pelo uso de smarthphones e por DLP (data loss prevention). Entre os soluções de segurança mais comuns no mercado brasileiro estão os serviços de firewall, de VPN, autenticação e gestão de antívirus”, disse.
O analista da Frost & Sullivan declarou que os principais impulsionadores do setor de segurança da informação em todo o mundo são as regulamentações e a crescente complexidade dos ataques. “O Brasil ainda está numa fase bastante incipiente em relação à regulamentação. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe regulações fortes e complexas por vertical. Isto deve ajudar o setor a crescer, e já vemos algumas iniciativas interessantes nesse sentido, como no setor financeiro. Há aumento crescente também da complexidade e da inteligência das ameaças. Hoje, tem ataques a smartphones e a tablets”, informou o analista. Ele lembrou ainda que o Brasil tem uma das maiores comunidades de hackers do mundo.


